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terça-feira, 17 de setembro de 2024

"O Caminho para a Aquacultura"

 Uma publicação do IPMA - Instituto Português do Mar e da Atmosfera - sobre a aquacultura , em particular, no Algarve, os diferentes modos de produção e a importância económica desta atividade produtiva. No portal eletrónico do Instituto, podemos ler que:

O IPMA promove a divulgação de ciência com o lançamento da banda desenhada “O caminho para a Aquacultura” ...

Apesar da Aquacultura ser uma produção milenar, o público em geral tem pouco conhecimento sobre este setor, contribuindo para que exista alguma desconfiança sobre a qualidade destes produtos. De facto, atualmente poucos se questionam se a carne que comem é selvagem!

Na verdade, já não caçamos no dia a dia, mas ainda pescamos. É por isso importante explicar o impacto desta atividade e como é cultivado o peixe em Aquacultura, a um público mais vasto.

É neste contexto que surge a banda desenhada “O caminho para a Aquacultura”, produzida pelo IPMA no âmbito dos projetos INTEGRATE (INTERREG-Espaço Atlântico) e AZA4ICE (INTERREG -EuroMED), com autoria de Bruno Pinto e ilustrações de Quico Nogueira. Dado que uma imagem vale mais do que mil palavras, a banda desenhada, foi o vetor escolhido para disseminar o conhecimento sobre diferentes tipos de Aquacultura, diferentes etapas de produção, quais os desafios e as preocupações do setor.


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Infografia: Uma armadilha para o nosso oceano: artes de pesca perdidas

Mais uma infografia, neste caso, na forma de alerta para as consequências gravosas da poluição dos mares e do oceano. Segundo os dados mencionados, em cada ano 8 milhões de toneladas de plásticos oriundos das artes de pesca (por exemplo, redes de pesca) são depositados no mar. Seja por causa de acidentes, abandonos voluntários ou desgaste do próprio material, o certo é que, 46% do grosso do lixo no mar é constituído por redes de pesca. Obviamente, esta realidade tem um impacto avassalador no meio ambiente, na saúde humana (contaminação da cadeia alimentar e, consequentemente, no homem que é consumidor) e no bem estar animal (quer nos peixes, moluscos, crustáceos, etc, quer nos grandes mamíferos como os cetáceos). Perante estes cenários, as entidades comunitárias tentam atenuar os prejuízos adotando medidas que possam contrariar as adversidades. Marcação obrigatória das artes de pesca, recuperação obrigatória das artes de pesca perdidas, atualização das instalações portuárias, ajudas aos pescadores, internacionalização dos custos de limpeza dos lixos marinhos, são algumas das vias definidas como capazes de alterar o estado caótico em que se está a tornar o nosso oceano único.

domingo, 17 de junho de 2018

Infografia: O que é a economia azul?

 Infografia divulgada na publicação da Maritime Affairs & Fisheries Newsletter update, de 8 de junho de 2018, que, de modo simples, faz uma caracterização da tão propagada ECONOMIA AZUL. Relembremos que, o nosso país, caso seja reconhecido o alargamento da plataforma continental, será 97% mar.

O que é, então, a economia azul? É o conjunto de atividades económicas relacionadas com os oceanos, os mares e as costas. A economia azul abrange uma vasta gama de redes interligadas estabelecidas e setores emergentes. 
Setores estabelecidos com contribuição já comprovada de longo prazo na economia como:
  • Aquacultura
  • Pescas
  • Indústria de processamento de peixe
  • Turismo costeiro
  • Transporte marítimo
  • Construção e reparação naval
  • Extração marinha de petróleo e gás.
  • Portos, armazenagem e projetos de água.

domingo, 9 de julho de 2017

Infografia: Contributo da Economia Azul na criação de emprego na Europa

Nesta infografia de duas páginas (cujo título foi traduzido de forma livre) podemos encontrar váias razões que justificam a importância da economia do mar, a "Economia Azul", na criação de emprego. 
Como podemos ler no subtítulo:
  • A economia marítima é um motor para a prosperidade da Europa
  • Cinco anos após o lançamento da estratégia de crescimento azul, a UE conseguiu muitos resultados
Tal tem sido possível porque:
A UE É:
  • líder mundial em transporte marítimo, construção naval e equipamento marinho
  • líder mundial em energia oceânica
  • o segundo destino de barcos de cruzeiros no mundo
  • encontra-se entre os produtores mundiais de frutos do mar
Além disso, 
A ECONOMIA AZUL CONTRIBUI PARA:
  • criar empregos com investimentos e incentivos 
  • gerar novas fontes de inovação
  • tornar a Europa um forte parceiro global
  • construir uma união energética e lutar contra as mudanças climáticas

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Desempenho económico da frota de pesca da UE

Infografia relativa a dados chave do desempenho económico da frota de pesca da União Europeia.
Reparemos que, tal como sucede em Portugal, a maioria da frota da União é constituída por embarcações de pequena tonelagem de arqueação bruta (74%) e só um número reduzido de embarcações se dedica à pesca longínqua (1%). Daí, o impacto significativo que a pesca local continua a ter sobre um número elevado de comunidades piscatórias. Isto, apesar de se verificar uma estagnação no desempenho desta frota ao contrário do que sucede com a reduzida frota de largo.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Aquacultura - regimes de produção

A aquacultura na UE, uma aposta no Crescimento da Economia Azul

Primeira parte de uma infografia onde estão esquematizados os regimes de produção aplicados na aquacultura:

  • regime intensivo em locais interiores onde a intervenção humana é completa
  • regime semi-intensivo em gaiolas no mar  onde se reforça a alimentação dos organismos com rações próprias
  • regime extensivo (caso dos mexilhões) onde a alimentação é fornecida pelo mar
A aquicultura respeita à criação de organismos aquáticos (peixes, moluscos, crustáceos, algas, ...).
Tanto tem lugar em locais interiores como em áreas marinhas.

Frota costeira artesanal na UE - caraterísticas

 Infografia publicada pela Comissão Europeia sobre a frota costeira artesanal:

  • Embarcações com menos de 12 metros de comprimento
  • Atividade e empresas (se as houver) de base familiar, com poucos ou nenhuns empregados
  • Técnicas de baixo impacto
  • Atividade desenvolvida a curta distância do porto de origem
  • Vendas nos mercados locais
A frota costeira artesanal na UE representa:
  • 82% das embarcações no ativo = 70 400 embarcações
  • 63% do esforço de pesca = 3 milhões de dias no mar
  • 47% do total dos empregos = 52 000 empregados
  • 19% do total do valor da receita = 640 milhões de Euros
  • 14% do total de desembarques = 943 milhões de Euros
  • 11% da arqueação bruta da frota da UE
 

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