Mostrar mensagens com a etiqueta Demografia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Demografia. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Como se traduzem 50 anos de migrações humanas

"Ondas de Migração" ao longo de 50 anos (1967 a 2017) e os "Padrões de Mudança do Movimento Migratório", de Alberto Lucas López, Ryan Williams e Kaya Berne, é um interessante estudo do Instituto Internacional de Migração da Universidade de Oxford, que nos dá uma panorâmica desta temática em diferentes países. Destacando alguns pontos iniciais deste estudo, lemos que:
  • 258 milhões de pessoas em 2017 viviam fora do seu país de origem

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Mudam-se os tempos ... mudam-se as vontades: Natalidade na China

Pais passeiam os filhos na zona de Pequim© EPA/ROMAN PILIPEY
Na edição on-line do Diário de Notícias de 28 de agosto de 2018, encontrámos esta notícia que mostra o quanto a política pode interferir nas opções individuais e coletivas. Na sequência do regime ditatorial maoista da República Popular da China, proclamada em 1949, o governo chinês aprovou a política do filho único, no final da década de 60 do século XX, com o objetivo de reduzir o crescimento populacional, tradicionalmente marcado por famílias numerosas.
Passadas algumas décadas, o país confronta-se com as consequências nefastas desta opção imperativa e sancionatória: forte envelhecimento populacional, carência de ativos e falta de mulheres.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Mapa. Até quando vamos caber no planeta Terra?


Na edição de 02/02/2016, o Observador apresentou um artigo sobre a demografia mundial e com destaque para a dúvida que continua sem resposta cabal: Será que o nosso planeta tem capacidade para suportar o aumento populacional que se prevê para as próximas décadas?
O artigo tem como suporte um trabalho de divulgação das Nações Unidas disponível no  site “World Population History” onde encontramos um mapa interativo que permite abordar diversos temas e estatísticas. Vale a pena explorar com minúcia.
http://worldpopulationhistory.org/map/1960/mercator/1/0/25/

domingo, 31 de julho de 2016

Homens portugueses entre os que mais cresceram nos últimos cem anos

 Ana Cristina Pereira (Público, 26/07/2016) subscreve esta notícia curiosa sobre um estudo internacional sobre o crescimento médio da altura dos habitantes do nosso planeta. Liderado pelo Imperial College, o estudo faz um a comparação entre as médias dos indivíduos com 18 anos em 1914 e os que tinham essa idade em 2014. Por exemplo, sobre os portugueses, o estudo aponta para um acréscimo de 13,9 cm para os homens e de 12,5 para as mulheres. Dos vários fatores explicativos, as condições em que ocorre a conceção de um feto (saúde da mãe, alimentação, hábitos de higiene, cuidados pré-natais, ...), as caraterísticas genéticas dos progenitores, o continente onde se nasce, são algumas razões para que, os mais altos de ambos os sexos, se localizem em países europeus e nos mais económicamente evoluídos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Economista sugere que chineses pobres partilhem mulheres

Texto elucidativo do grave problema demográfico que afeta a população chinesa e que é fruto de décadas de prática de infanticídio feminino, por razões culturais, e da implementação da política anti-natalista  do "Filho único", imposta pelo regime socialista que vigora na República Popular da China desde 1949.
Enquanto que, em condições normais, como sucede no nosso país, nascem mais rapazes do que raparigas, na China acentua-se um grande desequilíbrio entre o número de nascimentos masculinos e femininos, respetivamente, 118 rapazes contra 100 raparigas.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/MundoInsolito/Interior.aspx?content_id=4854130

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Taxa de mortalidade infantil em Portugal desce 76% em 25 anos

Irmãos na aldeia de Adone, no Laos
De acordo com a UNICEF (09/09/2015), um dos objetivos do milénio (Reduzir a mortalidade de crianças • Reduzir em dois terços a taxa de mortalidade de menores de cinco anos. ) ainda não foi totalmente alcançado, embora se tenham registado melhorias. As novas estimativas que constam do relatório publicado pela UNICEF, a Organização Mundial de Saúde, o Grupo do Banco Mundial e a Divisão de População da UNDESA (Departamento das Nações Unidas para os Assuntos Económicos e Sociais), indicam que “apesar de os progressos globais terem sido substanciais, continua a registar-se por dia a morte de 16.000 crianças menores de cinco anos”.
No caso de Portugal, o país apresenta uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil, fazendo parte de um grupo de 14 países que apresenta o terceiro melhor indicador de taxa de mortalidade abaixo dos cinco anos, juntamente com a França, Alemanha, Holanda ou Espanha. 

domingo, 6 de setembro de 2015

População cresce muito e rapidamente


Margarida Mota (edição de 29/08/2015, semanário Expresso, 1º caderno), assina este artigo sobre a demografia à escala mundial. Do texto pode-se salientar que:
  • Cada vez são precisos menos anos para acrescentar 1 000 milhões de pessoas ao total mundial
  • Em 1804, estima-se, ter-se-á chegado aos 1 000 milhões
  • Em 1927, após 123 anos, dobrou-se o número total: 2 000 milhões de habitantes
  • Em apenas 12 anos passou-se de 6 000 milhões (ano de 1999)  para os atuais 7 000 milhões (ano de 2011)
  • Em 2022, Índia e China terão ambos cerca de 1 400 milhões de habitantes, mas, depois, a Índia continuará a crescer e a China estagnará
  • Cerca de 2050, 1/3 da população europeia terá mais de 60 anos
  • A política do filho único imposta na China em 1979 está na origem do envelhecimento da sua população
  • O ritmo de crescimento populacional na Índia carece de um maior progresso social.

ONU projeta que população mundial chegue aos 8,5 mil milhões em 2030

Segundo dados de um novo relatório publicado pela Organização das Nações Unidas, para as próximas décadas prevê-se que:

  • Em 2030 seremos 8,5 mil milhões
  • Em 2050 chegaremos aos 9,7 mil milhões
  • Em 2100 excederemos os 11 mil milhões
  • Índia ultrapassará a China em população dentro de 7 anos
  • Nigéria será o terceiro país mais populoso dentro de 35 anos
  • Entre 2015 e 2050 metade do crescimento da população mundial estará concentrado em nove países: Índia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Etiópia, Tanzânia, os Estados Unidos, Indonésia e Uganda
  •  O envelhecimento significante da população nas próximas das décadas atingirá a maioria das regiões, começando pela Europa onde 34 por cento da população terá mais de 60 anos até 2050. Na América Latina, nas Caraíbas e Ásia, a população com mais de 60 anos passará de 11/12 por cento atualmente para 25 em 2050.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Em 2022 a China já não será o país mais populoso do mundo

Amit Dave, Reuters
Considerada o país mais populoso do mundo, a República Popular da China vai ser ultrapassada pela União Indiana na próxima década. Esta projeção foi elaborada pelas Nações Unidas  e encontra justificação em fatores peculiares da demografia chinesa, nomeadamente, a imposição da política do filho único e a consequente redução do número de mulheres e desequilíbrio entre sexos. Aumento da esperança média de vida e diminuição da mortalidade infantil contribuem igualmente para a perda do lugar de topo na lista dos países mais populosos.                                                                    Fonte: João Ferreira Pelarigo, RTP 30 Jul, 2015
http://www.rtp.pt/noticias/mundo/em-2022-a-china-ja-nao-sera-o-pais-mais-populoso-do-mundo_n848251

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Portugal é um dos 5 países do mundo que perdeu mais população em 2014

Crescimento da população mundial - variação do número de residentes
por país entre 2013 e 2014 (mapa interativo no original)
Com texto de Raquel Albuquerque e infografia de Sofia Miguel Rosa. a edição do Expresso Diário de 16/07/2015, confronta-nos com realidades demográficas a nível mundial e, em particular, em relação ao nosso país.
Portugal, por exemplo,
  • Entre 2010 e 2014 registou uma das dez maiores perdas de população (-1,7%).
  • Em 2014 teve a quinta maior perda de população em termos relativos (Porto Rico, Letónia, Lituânia e Grécia perderam mais do que Portugal).
  • Segundo Kirill Andreev, demógrafo das Nações Unidas, "Em Portugal há um declínio da população total devido à baixa fecundidade: os nascimentos  são significativamente mais baixos que a mortalidade e o saldo migratório.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Em 2070 haverá mais muçulmanos do que cristãos, diz estudo do Pew Research Center

O peso da demografia no futuro da humanidade depende de um grande número de fatores, entre eles, a influência da religião e as opções sociais. Ser ou não ser a favor do aborto, ser a favor da monogamia ou da poligamia, ser ou não ser permeável a um modelo religioso mais ou menos fundamentalista, são questões cujas respostas refletem a diversidade civilizacional.
Hugo Tavares da Silva, assina o artigo publicado no Observador (3.abril.2015) sobre o estudo do PRC - Pew Research Center - o qual revela que, em 2070, em consequência dos elevados índices de fecundidade nas populações muçulmanas, o número de católicos será largamente ultrapassado pelo forte crescimento populacional entre os países de população muçulmana.

sábado, 21 de março de 2015

Os números da pobreza

Infografia assinada por Cátia Mendonça e Célia Rodrigues - Público, 16/10/2014 - que expressa o drama que afeta, ainda, um número muito elevado de seres humanos, no mundo mas, também, à escala do nosso país.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Japão pode perder 30 milhões de pessoas até 2050

Artigo de Rita Siza, de 3 de janeiro de 2015, que reforça o dilema demográfico que afeta, em particular, países ditos desenvolvidos. Neste caso, o país é o Japão onde, tal como em Portugal, as baixas taxas de fecundidade e da natalidade, o aumento da esperança média de vida e o consequente envelhecimento, estão a provocar uma redução no número de habitantes.
http://www.publico.pt/mundo/noticia/japao-voltou-a-ter-crescimento-negativo-em-2014-1681118

sábado, 4 de outubro de 2014

Hans Rosling, o homem que mostra o mundo com números que se mexem

Hans Rosling, é um médico sueco que usa os números em movimento para, graficamente, explicar o comportamento de variáveis demográficas e económicas usadas para diferenciar os países. Para ele, é errado continuar a fazer a distinção entre grupo de países desenvolvidos e países em desenvolvimento pois, a evolução de vários dos indicadores, mostra que essa fronteira se desvanece fazendo os países aproximarem-se mais. Mais do que uma dicotomia, Hans Rosling considera que o mundo se assemelha mais a uma espécie de curva de Gauss: os muito pobres, a grande maioria no centro e os muito ricos.

domingo, 28 de setembro de 2014

Quantas pessoas existiam no mundo quando você nasceu?

Infografia interativa que permite saber, a partir de 1950, quer o número total de habitantes que existia em determinada data quer a estrutura etária à época selecionada. 

'Bônus bebê' e 'filho único' são exemplos de controle populacional

Xiong Chan, criança chinesa que foi devolvida
à avó após ter sido retira à família
 por agentes do planeamento familiar do país
(Foto: The New York Times)
Artigo muito interessante publicado em 30 de outubro de 2011, na página da globo.com.
Apesar de, em relação à China, estar um pouco desatualizado a propósito da política do filho único, recentemente alterada, o texto continua a ser oportuno. De consultar, igualmente, os gráficos e o vídeo que acompanham este artigo.
Políticas demográficas em diferentes países

Vamos ser 11 mil milhões em 2100. Vem aí um mundo imprevisível.

Texto da autoria de Raquel Albuquerque, publicado no semanário Expresso de 19 de setembro de 2014, a propósito das previsões das Nações Unidas que apontam para o aumento populacional mundial até ao final deste século. Da conversa com Patrick Gerland, demógrafo da ONU e um dos autores do estudo feito em colaboração com a Universidade de Washington, é possível destacar-se que:
  • Até 2100 espera-se que a população mundial continue a crescer chegando aos 11 mil milhões
  • O aumento da população terá impactos na alimentação, habitação, emprego ou saúde 
  • O aumento da população vai exigir mais emprego, habitação, cuidados de saúde, educação, consumo de energia
  • Os países mais pobres, igualmente, os de crescimento populacional mais rápido, terão mais dificuldade em combater a pobreza e atingir metas de desenvolvimento
  • Para obter maior produção alimentar, particularmente, nestes países, dever-se-á pensar já numa "revolução verde" que possibilite obter colheitas mais adaptadas aos vários climas, atrvés, por exemplo, de técnicas agrícolas mais sustentáveis
  • Para moderar o ritmo do crescimento populacional nestes países, particularmente, em África, deve-se investir em programas de planeamento familiar, incentivar o uso de contracetivos, apostar numa maior educação das mulheres (maior escolarização=menor taxa de fecundidade.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ainda não é neste século que a população vai parar de crescer

Artigo assinado por Ana Gerschenfeld (jornal Público, em 18/09/2014) dando conta das conclusões a que chegaram cientistas da Universidade de Washington (EUA)  e das Nações Unidas (ONU), com base em cálculos demográficos de grande precisão.  
Ao contrário do que era afirmado, até há pouco tempo, prevê-se que a população mundial vai continuar a aumentar para além de 2050.
O artigo revela, também, que África deverá ser o continente que mais irá contribuir para esse cenário.                                                             

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Está a ver a população da Europa? O número de pessoas que não sabe ler é o mesmo.

Um artigo oportuno publicado no semanário Expresso de 8 de setembro de 2014.
A propósito do Dia Internacional da Alfabetização, a UNESCO divulgou dados sobre a evolução registada no mundo quanto à situação do analfabetismo.
Da leitura do texto, sobressai que:
  • as sociedades mais alfabetizadas são as mais ricas;
  • ao aumento da taxa de alfabetização corresponde uma diminuição da proporção da população a viver em situação da pobreza;
  • dos 126 milhões de jovens analfabetos entre os 15 e os 24 anos, 9 em cada 10, vive numa de duas regiões: Ásia Ocidental e do Sul ou África Subsariana.
 

Blog Archive

Número total de visualizações de páginas