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quinta-feira, 13 de julho de 2023
Os nossos oceanos em águas quentes
Em Maio deste ano, a ESA publicava um artigo a alertar para os efeitos previsíveis causados pelo fenómeno El Niño. Às perdas recordes de gelo, picos de temperatura do ar e secas excecionais, recentemente verificados, os valores mais elevados da temperatura das águas superficiais dos nossos oceanos que já se estão a registar fazem antever a ocorrência de acontecimentos climáticos ainda piores. De facto, comparando os valores da temperatura à superfície do Pacífico em Maio de 2022 e em
Julho 2023 e uma Europa com recordes de temperatura
A Agência Espacial Europeia (ESA) publicou, no passado dia 13, mapas da Europa que revelam valores de temperatura da superfície terrestre recolhidos pelo satélite Sentinel - 3, do programa Copernicus. Temperaturas muito elevadas que se devem à presença do anticiclone tropical Cerberus (nome do monstro da mitologia grega, também, nomeado no Inferno de Dante), que transporta uma massa muito quente e muito seca.
segunda-feira, 25 de julho de 2022
Sinais Vitais do Planeta
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| Áreas inundadas pela subida de 6 metros do nível do mar na Europa do Norte |
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
O aquecimento dos oceanos e precipitação
João Tomás, na página eletrónica do tempo.pt METEORED, em 13 de dezembro de 2020, apresenta um texto fundamentado em dados científicos que apontam para um facto inquestionável: o aquecimento dos oceanos pode afetar as dinâmicas de precipitação. Da leitura deste artigo do geógrafo João Tomás, retiram-se afirmações como:
- A temperatura das águas do mar tem subido a um rácio de 0,06 °C por década, no último século
- A parte mais oriental do Oceano Índico e a parte mais ocidental do Oceano Pacífico constituem uma área onde a temperatura dos Oceanos mais subiu entre os anos de 1900 e 2018
sexta-feira, 27 de março de 2020
Redução da poluição aérea, efeitos do Covid19
Dados recolhidos pelo satélite Sentinela-5P, do programa Copérnico da Comissão Europeia e da Agência Espacial Europeia (ESA) permitem-nos localizar onde se concentram mais habitantes, mais atividade económica, onde há mais transportes e, em oposição, onde há despovoamento e desertificação. Áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e faixa meridional algarvia destacam-se no nosso país continental. Madrid, Barcelona, Valência, Málaga e Sevilha são notórias em Espanha. Como resulta evidente da comparação dos valores médios de dióxido de azoto, entre março de 2019 e março de 2020, nas imagens divulgadas, a diminuição dos valores é uuma realidade que, contudo, nos coloca a seguinte interrogação: à custa de quê? Será um mundo confinado ao espaço fechado de cada domicílio que queremoa continuar a viver? É
terça-feira, 3 de março de 2020
Redução da poluição e coronavírus na China
A eclosão do coronavírus, Covid 19, nos últimos dias de dezembro de 2019, e as medidas implementadas pelas autoridades da República Popular da China, nas semanas seguintes, permitiram que os satélites de monitorização da poluição da NASA e da ESA (Agência Espacial Europeia), detectassem reduções significativas de dióxido de nitrogênio (NO2) sobre a China. Tais evidências são atribuídas à desaceleração económica do país em consequência do encerramento de fábricas e ao impedimento da circulação de muitos dos meios de transporte habituais.
domingo, 26 de janeiro de 2020
2019 o segundo ano mais quente no Globo e o mais quente na Europa
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| Anomalias da temperatura à superfície entre Janeiro e Dezembro de 2019 relativamente ao período de 1981-2010 |
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Do "Relatório Especial sobre Oceano e Criosfera num Clima em Mudança"
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| Relatório Especial ... num Clima em Mudança |
Destes destacamos:
- Verificou-se um degelo dos glaciares que no período de 2006 a 2015 foi o equivalente +2mm/ano no nível do mar;
- Nas últimas 5 décadas a cobertura de neve, avaliada no mês de junho, do Ártico continental, decresceu cerca de 13% por década;
terça-feira, 24 de setembro de 2019
As quatro estações (do ano) ainda fazem sentido?
Com texto de Filomena Abreu, o Jornal de Notícias - rubrica SABE TUDO - disponibiliza este artigo sobre as alterações que vivenciamos, ano após ano, e que levam a colocar a seguinte expressão "As quatro estações ainda fazem sentido?". Sem ousar contrariar as afirmações escritas pela autora, apenas gostaria de acrescentar duas outras evidências:
- as características de tempo e de clima estão, igualmente, dependentes da inclinação do eixo da Terra. Tal facto, origina a desigualdade da duração dos dias e
quarta-feira, 26 de junho de 2019
Como o Clima já está a destruir o Planeta
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| The sled of the scientist Steffen M. Olsen, travelling on a layer of water in Greenland - Copyright Steffen M. Olsen // Blue Action |
criou um lençol de água sobre a espessa camada de gelo.
segunda-feira, 22 de abril de 2019
Aquecimento global aumenta desigualdades e favorece países mais frios
A propósito da notícia publicada pelo Expresso - Aquecimento global aumenta desigualdades e favorece países mais frios (edição de 22/abril/2019) - recordo o planisfério ao lado que corrobora essa mesma conclusão. Segundo os seus autores, um aquecimento de 2º terá, globalmente, um forte impacto económico em quase todo o mundo. Mas novos estudos indicam que irá sobretudo acentuar as desigualdades: os países mais frios serão ganhadores, as regiões quentes serão as grandes perdedoras.
Da referida notícia do Expresso podemos extrair que:
Da referida notícia do Expresso podemos extrair que:
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
ESTAMOS CONDENADOS?O prazo para salvar a Terra termina em 2030
Contribuindo para o alerta potenciado pelas alterações climáticas, o semanário Expresso disponibiliza um artigo bastante elucidativo sobre o que é o panorama atual e o que pode suceder se, rapidamente, não se tomarem medidas impeçam uma subida drástica da temperatura média global.
Segundo se pode ler na Introdução, Se não se tomarem medidas ambiciosas nos próximos 12 anos para limitar a subida média global da
Segundo se pode ler na Introdução, Se não se tomarem medidas ambiciosas nos próximos 12 anos para limitar a subida média global da
domingo, 14 de outubro de 2018
"Leslie" uma tempestade pouco habitual em Portugal
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| Furacão Leslie em direção a Portugal e Espanha, monitorizado pela NASA |
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Pela primeira vez, o gelo marinho mais denso e mais antigo do Ártico, foi "observado" a derreter.
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| Photograph: Nick Cobbing/Greenpeace |
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Secas extremas estão na origem do colapso dos Maias
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| CRÉDITS: ANGELO CAVALLI / AGF/PHOTONONSTOP/AFP |
domingo, 7 de maio de 2017
Retratos de um mundo abalado por mudanças climáticas
Degelo acelerado dos glaciares, subida das águas, secas e inundações: nos quatro cantos do mundo a desregulação climática é notória. Por todo o lado, afeta os modos de vida, ameaçando as culturas e a segurança das populações. Para perceber a complexidade, a urgência e as adaptações possíveis, Le Monde deslocou-se aos lugares mais emblemáticos do aquecimento do planeta e por vezes os mais afastados. O resultado são 14 reportagens interativas: Spitzberg, Yangzi, Reunião, Nova Orléans, Kiribati, Ilha de Páscoa, China, Madagáscar, Bangladesh, Alpes, Amargue, Vignes, Indonésia e África do Sul.
sexta-feira, 24 de março de 2017
Gelos polares com recordes mínimos
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| Mapa 1 |
O estudo é da responsabilidade dos cientistas da NASA e do Centro Nacional de Dados de Neve e Gelo (NSIDC) e conduz-nos a conclusões que revelam variabildade de dados de ano para ano.
domingo, 29 de janeiro de 2017
2016, o ano mais quente registado
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| Temperaturas no ano de 1880 em relação à média do século XX (13,9ºC) NOOA |
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| Temperaturas no ano de 1980 em relação à média do século XX (13,9ºC) NOOA |
A temperatura à superfície das terras e dos oceanos foi de 0,94ºC superior à média do século XX (13,9ºC).
A região do Ártico é aquela onde a subida é mais sensível.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
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| Variações em relação às temperaturas médias entre janeiro e outubro de 2016 (NOOA) |
O planisfério ao lado, editado pela NOOA (National Oceanic and Atmospheric Administration), retrata as anomalias registadas nas temperaturas verificadas no período entre janeiro e outubro de 2016.
Apesar das medidas de combate às alterações climáticas já colocadas no terreno, as evidências das consequências do aquecimento global são uma realidade deveras preocupante.
http://passeurdesciences.blog.lemonde.fr/2016/11/18/selection-scientifique-de-la-semaine-numero-246/
terça-feira, 5 de julho de 2016
Buraco da camada do ozono começou a diminuir e a “cicatrizar”
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| Getty Images |
Relembremos os efeitos nefastos da exposição ao excesso das radiações ultravioletas, responsáveis pelo aumento muito significativo de cancros de pele.
http://observador.pt/2016/07/04/buraco-da-camada-do-ozono-comecou-a-diminuir-e-a-cicatrizar/
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