A falta de água no Algarve já é crónica e irá agravar-se nas próximas décadas. «É uma catástrofe anunciada», explica nesta entrevista Maria José Roxo, especialista em desertificação e mudanças climáticas. O Governo anunciou reduções na utilização de água, mas mais do que cortes paliativos, são precisas medidas estruturais para o Algarve, num conjunto de soluções que consigam preparar o futuro, defende.
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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024
quinta-feira, 3 de março de 2022
Seca, um fenómeno recorrente, intermitente e espacialmente localizado
| Vilarinho de Negrões (Público) |
- recorrente (como um organismo vivo, o planeta Terra sofre mutações, as que observamos diretamente, as que os meios de comunicação nos relatam, as que os estudiosos do "passado" - geológico, paleontológico, histórico - concluem das suas pesquisas)
- intermitente (há lugares onde, a seca, não é permanente e alternam com anos menos áridos ou mesmo húmidos; há outros que, no curto período de vida humana, mesmo que centenária, são identificadas como desérticas, sem água)
sábado, 4 de julho de 2020
Como podemos evitar uma crise de escassez de água em Portugal?
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| O destino da nossa água |
segunda-feira, 26 de março de 2018
Água. Num mundo cada vez mais árido, a água vai perdendo terreno
Na edição de 22 de março de 2018 do Público, na passagem de mais um Dia Mundial da Água, Cátia Mendonça, infografista, e Claudia Carvalho Silva, jornalista online, assinam uma infografia sintética , muito interessante e bastante documentada sobre a problemática da água . Começando pela referência aos 70% da superfície terrestre cobertos por água e aos reduzidíssimos 2,5% de água doce existentes no mundo, as autoras recordam que:
terça-feira, 13 de março de 2018
Projeto Tejo: um megaempreendimento para garantir água para a agricultura
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| Projeto Tejo - Aproveitamento Hidráulico de Fins Múltiplos do Tejo e Oeste |
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
A agonia do Tejo
"El País" disponibiliza um conjunto de documentos visuais sobre os graves problemas que afetam o maior rio peninsular, o Tejo.Há imagens de uma secção do curso superior, entre Cuenca e Guadalajara, que revelam os excepcionais valores naturais de uma área pouquíssimo humanizada, há imagens que revelam os efeitos da seca extrema no leito do rio, como ruínas que foram submersas com a construção das barragens, edifícios que foram abandonados há décadas atrás em consequência do transvase Tejo-Segura, há, ainda, imagens chocantes da poluição fluvial e da contaminação das águas em resultado da elevada concentração de população e atividades económicas na Comunidade de Madrid e áreas limítrofes.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Maior complexo de barragens do país nasce no Tâmega
Com texto de Miguel Prado e infografia de Jaime Figueiredo, o Expresso (edição 08/fevereiro/2017) noticia a construção de novas barragens hidroelétricas, pela empresa Iberdola, na região do Tâmega. Este acontecimento divide opiniões entre os promotores dos empreendimentos que argumentam que as barragens permitem ao país explorar um recurso endógeno e travar a importação de combustíveis fósseis para a produção de eletricidade (como carvão e gás natural) e aqueles são contra:
Se em projetos como o do Alqueva a criação de albufeiras pode estimular o surgimento de negócios na área do turismo, noutras centrais hidroelétricas os benefícios económicos futuros são mais incertos. No caso do GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente - uma das
Se em projetos como o do Alqueva a criação de albufeiras pode estimular o surgimento de negócios na área do turismo, noutras centrais hidroelétricas os benefícios económicos futuros são mais incertos. No caso do GEOTA - Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente - uma das
domingo, 26 de junho de 2016
Um século de energia em Portugal
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| Um retrato, em números, da evolução das fontes de energia que alimentaram o desenvolvimento do país |
A propósito dos 100 anos de energia em Portugal, o jornal Público disponibilizou esta informação gráfica que, no original, é interativa. Seguindo o link, podemos verificar, por exemplo, que, em 1915, a capacidade elétrica instalada era reduzidíssima e tinha origem na térmica fóssil e na hídrica, respetivamente, 8 e 2 MW.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Jacintos invadem margens do Cávado
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| Foto: Wikipedia Commons |
O problema é que os jacintos de água criam uma espécie de tapete que, muitas vezes, cobre totalmente a superfície da água. E (...)“faz com que a luz incidente seja reduzida, diminuindo assim a qualidade da vida aquática, levando em muitos casos à eutrofização [excesso de nutrientes ricos compostos químicos ricos em fósforo
domingo, 13 de setembro de 2015
Seca já custou este ano 470 milhões de euros ao setor elétrico
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| Barragem da Venda Nova - Foto Sérgio Granadeiro |
Para além das consequências ambientais serem agravadas pela seca, os custos a pagar pelos consumidores pode ser afetado pelas contigências de um clima de grande variabilidade interanual.
http://expresso.sapo.pt/economia/2015-09-12-Seca-ja-custou-este-ano-470-milhoes-de-euros-ao-sector-eletrico
terça-feira, 25 de agosto de 2015
EDIA confirma mancha de jacinto-de-água a três quilómetros do Alqueva
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| Planta invasora prejudica a qualidade da água Paulo Ricca/Arquivo |
Considerada "uma das mais perigosas e resistentes pragas aquáticas do mundo" a mancha de jacinto-de-água "encontra-se, neste momento, a cerca de três quilómetros do início da albufeira do Alqueva (na zona da ponte da Ajuda), apesar da Confederação Hidrográfica do Guadiana (CHG), entidade responsável pela gestão da bacia do rio ibérico em território espanhol, ter instalado recentemente mais uma barreira para impedir a sua progressão para território português.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Bragança tem nova barragem mas pouca água devido à seca
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| Fotografia © José Mota / Global Imagens |
Desejada desde há 30 anos, uma nova barragem, a de Veiguinhas, está concluída para ajudar a resolver as carências crónicas da região brigantina. Porém, devido à falta de chuva, o abastecimento não pode ser efetuado dado que a água armazenada só daria para cerca de 15 dias e 30 mil habitantes.
http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4737700&page=-1
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Espanha desvia água do rio Tejo
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| Albufeiras de Entrepeñas e de Buendia registam apenas 16% da sua capacidade máxima |
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/20150817_2332_espanha_desvia_agua_do_rio_tejo.html
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Barragens estão com menos água - Seis bacias com níveis abaixo da média dos últimos 23 anos.
André Pereira assina esta notícia (edição de 4/08/2015, do Correio da Manhã) sobre os baixos níveis de água acumulada nas albufeiras das nossas barragens. Os valores mencionados respeitam ao mês de julho e têm origem no IPMA. Uma vez mais, constata-se às irregularidades peculiares do clima português reflexo da nossa localização numa faixa de transição entre massas de ar com trajetos variáveis ao longo do ano e de ano para ano.
domingo, 12 de julho de 2015
LNEC lidera projecto europeu sobre efeitos das mudanças do clima na água
Seis estudos estão previstos, localizando-se, três deles no Norte da Europa e os restantes no Sul da Europa. Destes, um deles situar-se-á em Portugal. Trata-se da Região da Lezíria do Tejo. “Esta zona [portuguesa] é principalmente abastecida pela barragem de Castelo de Bode” ... “mas também por aquíferos”. Inclui zonas agrícolas, zonas naturais, cidades – e constitui segundo ela um problema adicional que vai representar “um grande desafio”: a influência da água do mar sobre o rio Tejo e a zona envolvente, “onde a salinidade do solo e da água estão a aumentar”.
sábado, 13 de junho de 2015
Águeda desvia o rio para acabar com as cheias na cidade
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| Foto: Lisa Soares / Arquivo Global Imagens |
Para evitar as cheias que, frequentemente, causam elevados prejuízos na Baixa da cidade, consequência dos caprichos da Natureza e a imprudência dos homens, está a ser construído um canal artificial com 22 metros de largura por 800 metros de comprimento.
terça-feira, 14 de abril de 2015
Açude de 10,5 milhões de euros é armadilha mortal para peixes no Tejo
| Açude de Abrantes |
Trata-se de um exemplo de intervenção humana que, como acontece frequentemente, só à posteriori se revela um erro de opção humana. Ao interferir no curso natural do rio impede-se a passagem dos peixes com reflexos negativos, para as espécies atingidas, e para a própria economia local.
sábado, 12 de julho de 2014
As sete barragens que o país não precisa.
Em 2007, foi lançado o Plano Nacional de Barragens com a previsão de sete novas barragens localizadas no Norte do país. Hoje, apenas a de Foz Tua está em construção. Há duas correntes de opinião opostas quanto ao interesse na concretização deste plano. Quem é a favor diz que "novas barragens vão produzir mais energia renovável, vão ajudar a baixar os níveis de dióxido de carbono, vão contribuir para baixar as importações de combustíveis fósseis (de carvão e gás natural) para as centrais térmicas que integram o sistema eletroprodutor". Entre os que são contra, há os ambientalistas que defendem a paragem da única obra em construção e a suspensão do próprio plano, uma vez que, se têm verificado "quebras sucessivas na procura de eletricidade, há falta de fontes de financiamento" no atual contexto de crise económica e financeira e seria a oportunidade de conservarmos os últimos rios selvagens em Portugal.
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