estrangeiros lá residentes, temem pelos estragos paisagísticos e de qualidade de vida que podem advir da atividade prevista. E, se é verdade que, há muito, se registam manifestações contra estas intervenções, o certo é que, após tomarem conhecimento de autorizações concedidas para que as prospecções se estendam a alguns concelhos, o tom dos protestos recrudesceu.
A Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP) - um movimento é um dos exemplos de intervenção cívica que procura congregar os cidadãos interessados em fazer eco do descontentamento.
Criado no mês de março de 2015. o PALP quer:
- Alertar a população para os riscos que resultarão da exploração dos hidrocarbonetos;
- Incentivar o debate público para as consequências para a região algarvia;
- Exigir a elaboração do estudo de impacto ambiental, social e económico;
- Pressionar o Estado para publicar toda a informação para que o processo seja transparente.
| “Alguém vem passar férias para abrir a janela e ver uma plataforma [petrolífera]?", pergunta a activista Sara Kellen MELANIE MAPS |
Público (13/02/2016)