segunda-feira, 11 de abril de 2016

O Alto Minho em perspetiva

Na edição de 08/04/2016 do Jornal de Notícias, Ana Luísaa Santos assina um artigo deveras interessante sobre a região de produção do Alvarino (casta vinícola). Das imagens que acompanham  o texto seleccionamos esta que mostra, em todo o seu esplendor, um retalho do Alto Minho.
A presença dominante dos tons de verde remete-nos para a abundância de chuvas (uma latitude mais elevada, mais a Norte, mais afetada pela Frente Polar, uma altitude elevada o que atenua as temperaturas e agrva o efeito da disposição do relevo discordante com a linha de costa) e a abundância de alimento para o gado. Consequência dos surtos migratórios intensos das décadas de 60 e 70 do século XX, este território é de baixíssima densidade populacional e muitas das práticas tradicionais esfumaram-se com os tempos. Por exemplo, a transumância do gado mas os testemunhos edificados persistem. Prova do isolamento que o relevo montanhoso imprimia às gentes e ds dificuldades de comunicação à época, os habitantes organizaram o espaço em aldeias de povoamento agrupado rodeadas dos campos de propriedade individual delimitados por muros de pedra. Atualmente, surgem outras formas de valorização territorial. Na foto distinguem-se, ao longe, torres eólicas. No texto, fala-se de turismo rural, gastronomia, produção vinícola. Diremos, novas oportunidades para as áreas rurais.
http://www.jn.pt/evasoes/fim-de-semana/interior/o-alto-minho-em-perspetiva-5115109.html
 

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