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| Fonte: INE |
De 2014 para 2015, o país "perdeu" 33 492 indivíduos. A causa? Uma taxa de crescimento efetivo composta por dois saldos negativos, o natural e o migratório.
Mais, o envelhecimento acentua-se, a natalidade recuperou um pouco assim como o índice sintético de fecundidade e , a mortalidade, igualmente, registou uma subida.

A análise do gráfico sobre o saldo migratório entre 2005 e 2015 permite adiantar algumas hipóteses explicativas. Por exemplo, podemos ver que a evolução é irregular e começa a agravar-se a partir do ano de 2008 quando se regista um aumento de emigrantes permanentes (cerca de 9 000 em 2007 para cerca de 20 000 em 2008) levando a um decréscimo do saldo migratório.
Recordemos que, neste ano, inicia-se a chamada crise do subprime , uma crise que afetou, e, ainda, afeta, o sistema financeiro internacional. Começou nos EUA com a falência do banco Lehman Brotherse estendeu-se a todo o sistema capitalista ultrapassando as fronteiras do país e estendendo-se para outras áreas geográficas, aliás, à semelhança do que aconteceu em 1929.
Em Portugal o período em que a crise financeira se fez sentir com mais impacto foi a partir de 2011 com o resgate da Troika a que o país se teve que sujeitar.https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=249948678&DESTAQUESmodo=2
