A União Europeia define as cidades inteligentes como locais “onde as redes e os serviços tradicionais se tornam mais eficientes, com a utilização de tecnologias digitais em benefício dos seus habitantes e empresas”. As "smart cities" representam apenas 3% da superfície do planeta, mas são cada vez mais habitadas. Um dos grandes desafios que as urbes atuais enfrentam é o de conseguirem equilibrar a balança entre o que recebem e o que dão à natureza. É urgente repensar estes espaços, dotá-los de inteligência, sem que para isso percam o conforto e o bem-estar com que acolhem os seus residentes.
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