Porque a Geografia também vive de notícias, de números, de gráficos, de estatísticas. Como ciência de síntese entre o mundo físico e o humano, o portefólio de fontes a que recorre é extensíssimo e diversificado. Tal como se extrai do prólogo e da introdução deste útil guia:
- números (e dados) é o que não falta
- o poder mediático dos números é incomensurável
- as estatísticas devem ser interrogadas
- o quê, quando, como, onde e porquê (neste caso, substituído por quanto)? - a tradicional pergunta quíntupla - permanece como o fio condutor a que uma notícia, seja mediática ou geográfica, que deve, por norma, responder .
